“É possível repactuar o Brasil com um projeto de nação soberana e democrática”, diz presidente da Fisenge

“É possível repactuar o Brasil com um projeto de nação soberana e democrática”, diz presidente da Fisenge

Na noite de sexta-feira (25) foi de comemoração e homenagens pelos 25 anos da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge). A confraternização que comemorou o Jubileu de Prata contou com a presença de representantes das 12 entidades que compõem a entidade, e ocorreu no Rio de Janeiro, onde está localizada a sede da Federação.

Ex-presidentes, fundadores e diretores da Fisenge receberam placas de homenagem durante a confraternização. Foram homenageados Carlos Roberto Bittencourt, vice-presidente da Fisenge de 2002 a 2008 e presidente de 2008 a 2014; Maria Cristina de Sá Oliveira Matos Brito, primeira mulher eleita para presidência do Senge-MG, uma das fundadoras da Fisenge e diretora da Fisenge por dois mandatos; Olímpio Alves dos Santos, atual presidente do Senge-RJ, presidente da Fisenge de 2004 a 2008; Paulo Bubach, presidente do Senge-ES, do Crea-ES e da Fisenge por dois mandatos cada; Agamenon Oliveira, secretário-geral da Fisenge entre 2002 e 2005 e ex-presidente do Senge-RJ.

No discurso proferido durante a cerimônia, o presidente da Fisenge, Clovis Nascimento, relembrou a trajetória coletiva de resistência e luta pelos direitos dos trabalhadores. “A história da Fisenge acompanha a história do Brasil. A nossa federação surge na esteira do novo sindicalismo com a explosão de greves em todo o país e a posterior criação da CUT, a Central Única dos Trabalhadores, a qual somos filiados”.

Diante do atual cenário de fragilidade democrática e de profundos retrocessos impostos aos trabalhadores e trabalhadoras, o presidente da Fisenge reafirmou o papel da entidade e das lideranças que a compõem: “Temos grandes responsabilidades para o próximo período. A nossa resistência é construída nas ruas, nos locais de trabalho, na vizinhança, nos sindicatos e nos movimentos sociais. É possível repactuar o Brasil com um projeto de nação soberana e democrática. Pela engenharia, pela democracia e pela soberania nacional, vamos juntos defender o Brasil!”.

Nos agradecimentos finais, Nascimento frisou a dedicação dos funcionários da Fisenge para a construção cotidiana da entidade: Gilcimara Valle, João Antonio Dias Borges, Camila Marins, Domênica Soares e Raquel Faria.

Simpósio

Como parte da programação do Jubileu de Prata da Fisenge, também foi realizado o Simpósio SOS Brasil Soberano sobre “A engenharia, as eleições e o desenvolvimento do Brasil”. O evento reuniu cerca de 400 engenheiros e engenheiras de diversas partes do país, na sede do Clube de Engenharia, Centro do Rio de Janeiro, ao longo da tarde do dia 21.

O debate contou com palestra do embaixador Celso Amorim, do economista Paulo Nogueira Batista Jr., e do sociólogo e o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz. A solenidade de abertura teve presença do presidente do Confea, Joel Krüger; do presidente da Fisenge, Clovis Nascimento; do presidente da Mútua, Paulo Guimarães; do presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), Luiz Cosenza; do presidente do Senge-RJ, Olímpio Alves dos Santos e do anfitrião e presidente do Clube de Engenharia, Pedro Celestino.

 

Por Ednubia Ghisi (Senge-PR)

 

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