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Evento evidencia mercado de trabalho da Engenharia de Mineração

Aproximar os estudantes da realidade do mercado de trabalho foi um dos objetivos do I Seminário Mineração em Foco, realizado nessa quinta-feira (20), na Escola Politécnica da Ufba. A iniciativa, da empresa junior Cristal Mineração Petróleo, contou com o apoio do Senge BA e a participação do presidente do Sindicato, engº Ubiratan Félix.

Fundada em  2003,  a Cristal Mineração e Petróleo Jr. é composta por estudantes do curso de Engenharia de Minas e Petróleo da Universidade Federal da Bahia (Ufba). ” O Seminário é mais uma atividade que oferecemos com o intuito de aproximar os estudantes de práticas e experiências de mercado”, diz a diretora-presidente da Cristal, a estudante Raíza Farias.

Para ela, as empresas juniores buscam o que é pouco contemplado na grade curricular da graduação: empreendedorismo e conhecimentos práticos necessários para vivência no mercado de trabalho. “Fazemos visitas em pedreiras e empresas de exploração de petróleo, além disso, produzimos cursos de aperfeiçoamento profissional, como o Blaster, que prepara a engenheira e o engenheiro a trabalharem com explosivos. Só podem trabalhar com esse tipo de atividade  quem tem formação em Engenharia de Minas, no entanto, a graduação não oferece essa qualificação”, explica Raiza.

 ” Os alunos precisam ter contato com especialistas e profissionais da área para abrir seus horizontes sobre a carreira em Mineração, que embora pouco conhecida, está em ampla expansão no país”, fala o professor Luiz Rogério, da Escola Politécnica.

Mineração em Foco –  A programação do evento contou com a presença do superintendente da CPRM – Serviço Geológico do Brasil, Teobaldo Rodrigues. “O Brasil é um país emergente de grande importância para a mineração mundial. O Serviço Geológico é responsável pelo Programa Geologia do Brasil, do Governo Federal, que busca ampliar os investimentos em exploração mineral , gerando emprego, renda e o crescimento industrial”, explica. De acordo com ele, a Bahia é o primeiro Estado a ter o levantamento geofísico completo. No país, os investimentos em levantamento geológico, no período de 2004 a 2013, chegam a mais de US$ 105 milhões.

Para o presidente do Senge, o avanço da exploração mineral está diretamente relacionado ao avanço das concessões de infraestrutura do Governo Federal, como os portos, ferrovias e estradas, além de investimentos em inovação tecnológica e matriz energética. “É preciso se pensar em toda logística que envolve essa atividade . Na Bahia, temos obras essenciais para o escoamento de produção, como o Porto de Ilhéus e a ferrovia Leste-Oeste. Um cenário de ampla demanda para profissionais da Engenharia”, diz Félix.

A Bahia é o quinto produtor brasileiro de bens minerais, registrando uma produção de bens minerais da ordem de R$ 2,1 bilhões em 2011. Com um território cuja diversidade geológica é muito grande, extraindo aproximadamente 40 substâncias minerais, a Bahia figura como um dos três principais alvos de interesse para a prospecção mineral no país, especialmente para minerais metálicos como ferro, ouro, alumínio, cobre, entre outros.

Segundo a Secretaria da Indústria Comércio e Mineração (SICM),  o estado é, hoje, o primeiro do país em requisições de área para pesquisa mineral, especialmente, commodities minerais. Já se encontram em fase de implantação novos empreendimentos e desenvolvimento de projetos para a produção de minério de ferro, pelotas, ferro-gusa, ferro-vanádio, tálio, bauxita, gipsita e a expansão da produção de ouro e magnesita, com investimentos da ordem de aproximadamente 20 bilhões até 2015, além de outros projetos em fase inicial de desenvolvimento, que vão desde as matérias-primas para fertilizantes até as terras-raras. Entre os novos empreendimentos em implantação no estado estão a Bahia Mineração, a Magnesita S.A, a Yamana Gold, a Ferrobahia, a Ferrous Resources e a Rio Tinto Alcan.

Saiba mais:

Palestra CPRM – Teobaldo Rodrigues

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Evento evidencia mercado de trabalho da Engenharia de Mineração

Aproximar os estudantes da realidade do mercado de trabalho foi um dos objetivos do I Seminário Mineração em Foco, realizado nessa quinta-feira (20), na Escola Politécnica da Ufba. A iniciativa, da empresa junior Cristal Mineração Petróleo, contou com o apoio do Senge BA e a participação do presidente do Sindicato, engº Ubiratan Félix.

Fundada em  2003,  a Cristal Mineração e Petróleo Jr. é composta por estudantes do curso de Engenharia de Minas e Petróleo da Universidade Federal da Bahia (Ufba). ” O Seminário é mais uma atividade que oferecemos com o intuito de aproximar os estudantes de práticas e experiências de mercado”, diz a diretora-presidente da Cristal, a estudante Raíza Farias.

Para ela, as empresas juniores buscam o que é pouco contemplado na grade curricular da graduação: empreendedorismo e conhecimentos práticos necessários para vivência no mercado de trabalho. “Fazemos visitas em pedreiras e empresas de exploração de petróleo, além disso, produzimos cursos de aperfeiçoamento profissional, como o Blaster, que prepara a engenheira e o engenheiro a trabalharem com explosivos. Só podem trabalhar com esse tipo de atividade  quem tem formação em Engenharia de Minas, no entanto, a graduação não oferece essa qualificação”, explica Raiza.

 ” Os alunos precisam ter contato com especialistas e profissionais da área para abrir seus horizontes sobre a carreira em Mineração, que embora pouco conhecida, está em ampla expansão no país”, fala o professor Luiz Rogério, da Escola Politécnica.

Mineração em Foco –  A programação do evento contou com a presença do superintendente da CPRM – Serviço Geológico do Brasil, Teobaldo Rodrigues. “O Brasil é um país emergente de grande importância para a mineração mundial. O Serviço Geológico é responsável pelo Programa Geologia do Brasil, do Governo Federal, que busca ampliar os investimentos em exploração mineral , gerando emprego, renda e o crescimento industrial”, explica. De acordo com ele, a Bahia é o primeiro Estado a ter o levantamento geofísico completo. No país, os investimentos em levantamento geológico, no período de 2004 a 2013, chegam a mais de US$ 105 milhões.

Para o presidente do Senge, o avanço da exploração mineral está diretamente relacionado ao avanço das concessões de infraestrutura do Governo Federal, como os portos, ferrovias e estradas, além de investimentos em inovação tecnológica e matriz energética. “É preciso se pensar em toda logística que envolve essa atividade . Na Bahia, temos obras essenciais para o escoamento de produção, como o Porto de Ilhéus e a ferrovia Leste-Oeste. Um cenário de ampla demanda para profissionais da Engenharia”, diz Félix.

A Bahia é o quinto produtor brasileiro de bens minerais, registrando uma produção de bens minerais da ordem de R$ 2,1 bilhões em 2011. Com um território cuja diversidade geológica é muito grande, extraindo aproximadamente 40 substâncias minerais, a Bahia figura como um dos três principais alvos de interesse para a prospecção mineral no país, especialmente para minerais metálicos como ferro, ouro, alumínio, cobre, entre outros.

Segundo a Secretaria da Indústria Comércio e Mineração (SICM),  o estado é, hoje, o primeiro do país em requisições de área para pesquisa mineral, especialmente, commodities minerais. Já se encontram em fase de implantação novos empreendimentos e desenvolvimento de projetos para a produção de minério de ferro, pelotas, ferro-gusa, ferro-vanádio, tálio, bauxita, gipsita e a expansão da produção de ouro e magnesita, com investimentos da ordem de aproximadamente 20 bilhões até 2015, além de outros projetos em fase inicial de desenvolvimento, que vão desde as matérias-primas para fertilizantes até as terras-raras. Entre os novos empreendimentos em implantação no estado estão a Bahia Mineração, a Magnesita S.A, a Yamana Gold, a Ferrobahia, a Ferrous Resources e a Rio Tinto Alcan.

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